Repórter sedeado em Lisboa
Segundo o Sol parece que andam pessoas aleatoriamente a ser limpas com escova de sedas (1) na zona de Lisboa. Acautele-se.
Misto de Ciberdúvidas com Portugal No Seu Melhor que não pretende atingir o grau de erudição ou formalidade do primeiro nem o de exclusiva jocosidade do segundo. Motejamos e pontificamos, mas também instruímos.
Segundo o Sol parece que andam pessoas aleatoriamente a ser limpas com escova de sedas (1) na zona de Lisboa. Acautele-se.
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Romeu
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03:03
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Site importado, parcialmente traduzido e, como não poderia deixar de ser, com erros.
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Romeu
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Etiquetas: informática
Antes de apontar os erros de inglês alheios o 24horas deveria provavelmente preocupar-se com os seus de português.
Aproveitei o espaço em branco abaixo da notícia para incluir texto de outras páginas do site que achei valerem a pena ("Quem somos" e "Mais24").
NB: Ao que parece acessar começa já a ser aceite pelos especialistas, todavia partilho desta opinião, sobretudo no que toca à alínea d). E assinalei 24 Horas pela inconsistência gráfica face às restantes ocorrências, o que, apesar de se afastar um pouco do âmbito da verificação, é sempre algo mais por onde pegar.
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Romeu
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02:26
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Etiquetas: imprensa, jornalismo
Descriminar. Como deixa passar o Ricardo Araújo Pereira, que até domina a língua, uma calinada destas? Além disso falta a repetição obrigatória do hífen no início da linha inferior, na translineação assinalada. E não era, seria (vd. post anterior).
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Romeu
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05:10
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Etiquetas: imprensa
Potencialmente o erro português mais disseminado de sempre e do qual quase ninguém tem consciência: o emprego indevido do pretérito imperfeito no lugar do condicional, ambos do modo indicativo.
O primeiro remonta a acções que decorreram algures no passado durante um dado período de tempo e que terão entretanto cessado ("Eu [dantes] fazia isso mas já não faço."). O outro refere-se a acções hipotéticas, i.e., que não aconteceram, independentemente da possibilidade ou probabilidade de virem a concretizar-se, e costuma envolver uma ou mais condições explícitas ou implícitas, geralmente revelada(s) ou indiciada(s) pela presença da conjunção se ("Eu faria isso se alguém quisesse."), de vocábulos como caso ("Eu faria isso caso alguém quisesse.", "Eu faria isso no caso/na eventualidade de alguém querer."), e/ou de verbos conjugados no pretérito imperfeito do modo conjuntivo (quisesse), no qual a acção é expressa como uma hipótese, uma concepção, ou um desejo.
Esclarecida a diferença, imediatamente se evidencia a incorrecção na pergunta colocada aos visitantes do Sapo. "Gostava de viajar no novo TGV?" estaria certo se, por exemplo, tivesse havido em Portugal um TGV e por algum motivo ele já não se encontrasse em funcionamento (claro que o adjectivo novo deixaria aí de fazer sentido). Visto não ser o caso e a questão basear-se numa hipótese futura, subentende-se a condição se/quando tal fosse possível, sendo então a forma adequada gostaria.
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Romeu
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02:57
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Etiquetas: internet
A julgar pela 1.ª linha da notícia, diria que o editor é capaz de ser do norte. Vá lá que entretanto corrigiram.
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Romeu
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Etiquetas: desporto
Já que estamos numa de comunicados académicos, aqui fica outro, desta feita sobre a I Feira de Emprego, realizada na ESCE do IPS, que visa dar a conhecer ao meio envolvente e com a participação de imporetantes empresas, uma iniciativa da Coordenação da Unidades de Formação.
Nos 3.º e 4.º anos ou no 3.º e no 4.º anos.
Convém colocar duas vírgulas em redor do grupo/expressão móvel se possível, caso contrário a construção exigirá outros constituintes (se possuir apenas uma vírgula, conforme a citação) ou a frase tomará um sentido potencialmente ambíguo (se forem omitidas ambas as vírgulas).
Não, há todo o interesse em que. Por falar nisso, com uma língua opulenta como a nossa ao seu dispor, será que havia mesmo necessidade de empregar interesse três vezes em três parágrafos consecutivos e tão curtos?
Falta ainda o ponto final no 2.º parágrafo e o do último encontra-se incorrectamente precedido de um espaço. Só para ser extremamente picuinhas.
NB: O professor que redigiu o email em causa defende que os cursos superiores deveriam incorporar a leccionação da disciplina de Português. Pessoalmente não poderia concordar mais, desde que a sua frequência não se limitasse aos alunos.
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Romeu
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21:26
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